Na última década Robert De Niro esta atuando no piloto automatico. Talvez desde "Entrando Numa Fria" (2000) ou até antes, em "Máfia no Divã" (1999), para citar apenas duas comédias que viraram franquia e ajudaram a estereotipar ainda mais o personagem rabugento.
Mas "Homens em Fúria" (Stone, 2010) não foi a redenção para trazer de volta o grande ator de clássicos do cinema como "Táxi Driver" e "Poderoso Chefão", mas já dá um passo adiante, acho que grande parte disto se deve a presença de Edward Norton, e que engole De Niro com uma atuação minimalista.
Grande parte do filme é um duelo de palavras entre Stone interpretado por Norton, um detento que já cumpriu mais de 3/4 da sua pena e agora tenta antecipar a sua saída da prisão junto ao seu agente de condicional, Jack (De Niro), que está a poucos dias da sua aposentadoria e que parece buscar uma razão para sua existência. E é neste duelo de palavras que Norton mostra porque é reconhecido como um dos melhores atores da sua geração. Ele muda o sotaque, inventa uma voz e cria trejeitos dúbios, que não deixam claro se ele está falando sério, se fazendo de louco ou dando um golpe de gênio.
Num conflito paralelo esta Lucetta (Milla Jovovich), esposa de Stone que tem a missão de seduzir Jack, para ajudar o marido. Missão que Milla Jovovich cumpre de maneira perfeita, numa atuação onde não sabemos qual vai ser sua próxima jogada. Este é, talvez, o melhor trabalho de Jovovich em muito tempo.
Esta é a segunda parceria do cineasta John Curran com Edward Norton, que interpreta um personagem bem mais malévolo que o marido traído de “O Despertar de Uma Paixão”.
Curran esmiúça a natureza humana ao contrapor não apenas os protagonistas, também ao explorar a relação de De Niro com a esposa (Frances Conroy) e sua relação conflitante com a bela Lucetta.A carga dramática fica nas trocas de olhares e, principalmente, na trilha sonora, que passa de zumbidos que estão ali apenas para dar o clima para algo muito mais importante para a trama. Diferente do que estamos acostumados na maioria dos filmes americanos este não da respostas claras e deixa muitas perguntas no ar o que dá margem para que os espectadores criem seus próprios desfechos.
Este Blog é dedicado ao meu pai,Herbert Holetz. um apaixonado pelo cinema e que deixou-me como herança esta saborosa paixão. "Não me lembro de nada que tenha me dado tanto e tão constante prazer desde a infância quanto o cinema(...)A segunda melhor coisa que você pode fazer no escuro é ver um filme. A primeira é ver um grande filme.Obrigado cinema!" (Luís Fernando Veríssimo)
sábado, 8 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O Homem de Palha (1973)
Um policial,o Sargento Howie (Edward Woodward) recebe uma carta anônima sobre o desaparecimento de uma jovem e vai até a remota ilha de Summerisle para investigar o caso. Lá chegando, ele se depara com costumes completamente diferentes de suas crenças cristãs, pois os habitantes da ilha escocesa seguem tradições pagãs, liderados por Lord Summerisle (Christopher Lee). Disposto a resolver o enigma do desaparecimento da jovem, e suspeitando do pior, vê-se envolvido numa série de intrigas, enquanto o filme explora de forma densa e bastante verossímil os antigos ritos e costumes do paganismo, notadamente a Festa de 1º de Maio, Festival da Primavera ou Festival de Beltane (de origem celta).
Este é um filme incomum , mas bastante interessante, um misto de policial e terror. Após um começo relativamente lento, “O Homem de Palha” fica cada vez mais intrincado e culmina num final hoje talvez previsivel.O filme toca em pontos nem sempre faceis de serem discutidos, como a religião e o moralismo e tem como ponto principal o roteiro do dramaturgo Anthony Shaffer, que teve a idéia de escrever um longa diferente dos filmes de terror feitos na época pela produtora inglesa Hammer, que usava artifícios clássicos com sombras, portas fechando sozinhas e barulhos estranhos para assustar e acertou no roteiro, criando uma história bem diferente.
A estética camp do filme, somada às sutis referências subliminares a certas características Beatle, contrastam com o clima atmosférico, adensando o mistério até o clímax. Feitas especialmente para o filme, as canções que compõe a trilha sonora acentuam pontos crucias no desenrolar da trama. Muito embora "O Homem de Palha" não seja exatamente um musical, várias dicas para o mistério estão escondidas na cantoria que permeia o filme. Em meados de 2000, o Iron Maiden compôs uma música sobre este filme, lançada no álbum Brave New World.
Um documentário (The Wicker Man Enigma) realizado em 2001 fala da produção, e das dificuldades sofridas pela mesma. Christpher Lee celebra O Homem de Palha como o ponto alto de sua carreira, queixando-se da pouca divulgação - e subsequente repercussão baixa - do longa-metragem. Este provocativo filme de Robin Hardy, porém, segue cultuado por uma legião de fãs e críticos que o consideram uma obra prima do moderno cinema de horror. Uma coisa é certa, é muito difícil ficar indiferente ao filme.
O longa foi refilmado em 2006 nos EUA como “O Sacrifício”, com Nicolas Cage no papel principal e foi um grande fracasso.
Este é um filme incomum , mas bastante interessante, um misto de policial e terror. Após um começo relativamente lento, “O Homem de Palha” fica cada vez mais intrincado e culmina num final hoje talvez previsivel.O filme toca em pontos nem sempre faceis de serem discutidos, como a religião e o moralismo e tem como ponto principal o roteiro do dramaturgo Anthony Shaffer, que teve a idéia de escrever um longa diferente dos filmes de terror feitos na época pela produtora inglesa Hammer, que usava artifícios clássicos com sombras, portas fechando sozinhas e barulhos estranhos para assustar e acertou no roteiro, criando uma história bem diferente.
A estética camp do filme, somada às sutis referências subliminares a certas características Beatle, contrastam com o clima atmosférico, adensando o mistério até o clímax. Feitas especialmente para o filme, as canções que compõe a trilha sonora acentuam pontos crucias no desenrolar da trama. Muito embora "O Homem de Palha" não seja exatamente um musical, várias dicas para o mistério estão escondidas na cantoria que permeia o filme. Em meados de 2000, o Iron Maiden compôs uma música sobre este filme, lançada no álbum Brave New World.
Um documentário (The Wicker Man Enigma) realizado em 2001 fala da produção, e das dificuldades sofridas pela mesma. Christpher Lee celebra O Homem de Palha como o ponto alto de sua carreira, queixando-se da pouca divulgação - e subsequente repercussão baixa - do longa-metragem. Este provocativo filme de Robin Hardy, porém, segue cultuado por uma legião de fãs e críticos que o consideram uma obra prima do moderno cinema de horror. Uma coisa é certa, é muito difícil ficar indiferente ao filme.
O longa foi refilmado em 2006 nos EUA como “O Sacrifício”, com Nicolas Cage no papel principal e foi um grande fracasso.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
À Meia-luz (1940) e (1944)
O DVD lançado pela Metro/Warner nos traz as duas versões. A primeira uma produção inglesa que nunca foi lançada no Brasil e a segunda de 1944, dirigida por George Cukor.
A versão de 1940 é a primeira versão da famosa peça de teatro de Patrick Hamilton. Quando os estúdios da Metro produzirão a versão de 1944, procurou de todas as maneiras destruir esta versão (e quando não conseguiu, acabou comprando os direitos). Mas em muitos aspectos ela é melhor do que a posterior (e mais famosa).Esta primeira versão é mais enxuta e mais fiel ao texto original, explica melhor a transformação da heroína (o filme não demora para levantar suspeitas sobre o comportamento do marido, que logo a gente desconfia e descobre esta querendo enlouquecer a esposa. Ou seja, é mais convincente do que a versão de 1944.
A versão de 1944, dirigidoa por George Cuckor, deu por sua atuação nesse filme, a diva Ingrid Bergman seu primeiro Oscar® e um Globo de Ouro. Também indicado ao prêmio da Academia, Charles Boyer vive o anti-herói vil e calculista. Com Joseph Cotten, Dame May Whitty e Angela Lansburry, então com 18 anos de idade, em sua estréia no cinema. Indicado ainda ao Oscar® nas categorias Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Fotografia em Preto e Branco, Filme e Roteiro; Vencedor também na categoria Direção de Arte-Decoração de interiores para filmes em preto e branco.
Ambas as versões envelheceram mal, e esta segunda chega a ser arrastada e perde demasiado tempo (15 minutos) mostrando como o romance do casal começou e floresceu. O que não ajuda nada o filme. Acrescenta também uma figura de alívio cômico na velha vizinha fofoqueira (Dame May Whitty).
Boyer, que faz o marido, já usava peruca, faz biquinho de francês, é mais baixo que Ingrid e não convence nunca como o marido ambicioso e desonesto, que faz tudo para enlouquecer a esposa. Embora Ingrid tenha ganho seu primeiro Oscar pelo filme (ela estava no auge de sua popularidade e o papel não lhe é adequado- apenas uma cena pode justificar o prêmio, que é a final com Boyer). Em compensação, em algumas poucas cenas com apenas 17 anos, estreou no cinema, Angela Lansbury fazendo a criada intrigante e vulgar (um desempenho brilhante e sutil que lhe deu uma indicação ao Oscar e lhe garantiu uma carreira posterior notável).
A SETE PALMOS – A Primeira Temporada (2001)
Eu já havia comprado a segunda temporada fazia algum tempo, mas somente agora tive a oportunidade de adquirir a primeira temporada e começar a assisti-la, e é realmente um trabalho fantástico de Allan Ball, recomendo assisti-la se voce gostou de “Beleza Americana”
Six Feet Under ou “A Sete Palmos” foi uma série produzida pela HBO, que foi ao ar em 2001 e terminou na quinta temporada, em 2005. A série foi criada pelo genial e premiado roteirista Alan Ball, de Beleza Americana.Na verdade a série tem a sua marca registrada, misturando humor negro, comedia, situações bizarras e fantasia.O Seriado com episódios de uma hora de duração que conta os dramas vividos pela família Fisher. Donos de uma pequena funerária a Fisher & Sons em Los Angeles. Quando um ônibus mata Nathaniel Fisher, a tragédia lança uma mortalha na volta para casa de seu filho pródigo Nate (Peter Krause - que virou astro após o seriado).Então juntamente com sua mãe Ruth, seu irmão David e a irmã Claire, eles devem acertar o negócio da família, e os muitos problemas que aparecem quando sua vida está A Sete Palmos.
Mas a história não se resume apenas a esta família disfuncional, mas também tem vários temas paralelos, sendo que os episódios sempre iniciam com a morte de alguém que vai necessitar dos serviços da família, a partir dessa premissa somos apresentados a personagens que acabam por mexer com o espectador com seus dramas, loucuras ou decepções.
Os personagens são humanos, demasiadamente humanos, ora ficam bem, ora ficam mal, ora superam seus medos, ora caem neles novamente. Os mortos fazem parte, literalmente do mundo dos vivos. Várias das mortes que adentram a Fisher & Sons no começo de cada episódio interagem com os dramas dos personagens, que, não raro, dialogam com os mortos, e que neles projetam os seus próprios pensamentos. Uma presença sempre constante e irreverente é a de Nathaniel, agradavelmente representado por Richard Jenkins. A serie foi um sucesso de público e critica recebendo varias indicações e premiações (Emmys e Globos de Ouros).
Hoje vou começar a Segunda Temporada.
Dica: Tenho adquirido bons filmes e series com pouco uso no BOOK CENTER, o sebo que fica na Rua 7 de setembro , 1035 - Procure a Rosangela ou a Suzana minhas grandes amigas.
Six Feet Under ou “A Sete Palmos” foi uma série produzida pela HBO, que foi ao ar em 2001 e terminou na quinta temporada, em 2005. A série foi criada pelo genial e premiado roteirista Alan Ball, de Beleza Americana.Na verdade a série tem a sua marca registrada, misturando humor negro, comedia, situações bizarras e fantasia.O Seriado com episódios de uma hora de duração que conta os dramas vividos pela família Fisher. Donos de uma pequena funerária a Fisher & Sons em Los Angeles. Quando um ônibus mata Nathaniel Fisher, a tragédia lança uma mortalha na volta para casa de seu filho pródigo Nate (Peter Krause - que virou astro após o seriado).Então juntamente com sua mãe Ruth, seu irmão David e a irmã Claire, eles devem acertar o negócio da família, e os muitos problemas que aparecem quando sua vida está A Sete Palmos. Mas a história não se resume apenas a esta família disfuncional, mas também tem vários temas paralelos, sendo que os episódios sempre iniciam com a morte de alguém que vai necessitar dos serviços da família, a partir dessa premissa somos apresentados a personagens que acabam por mexer com o espectador com seus dramas, loucuras ou decepções.
Os personagens são humanos, demasiadamente humanos, ora ficam bem, ora ficam mal, ora superam seus medos, ora caem neles novamente. Os mortos fazem parte, literalmente do mundo dos vivos. Várias das mortes que adentram a Fisher & Sons no começo de cada episódio interagem com os dramas dos personagens, que, não raro, dialogam com os mortos, e que neles projetam os seus próprios pensamentos. Uma presença sempre constante e irreverente é a de Nathaniel, agradavelmente representado por Richard Jenkins. A serie foi um sucesso de público e critica recebendo varias indicações e premiações (Emmys e Globos de Ouros).
Hoje vou começar a Segunda Temporada.
Dica: Tenho adquirido bons filmes e series com pouco uso no BOOK CENTER, o sebo que fica na Rua 7 de setembro , 1035 - Procure a Rosangela ou a Suzana minhas grandes amigas.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
O Turista (2010)
O diretor Florian Henckel von Donnersmarck que em 2006 nos deu o ótimo “ A Vida dos Outros” grande vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, volta agora com um filme que hora tenta ser hora uma comedia romântica e hora um thriller policial.
Tive a impressão que Donnersmarck tentou fazer um filme nos moldes dos clássicos “Charada” de Stanley Donen e “Ladrão de Casaca” de Alfred Hitchcock, mas o que conseguiu foi um filme com belas paisagens, filmado em Paris e Veneza com uma trama absurda.
O filme começa com uma melhor misteriosa, Angelina Jolie, que lembra Audrey Hepburn ou Grace Kelly, em um café de Paris. Ela escapa dos policiais correndo para dentro do metro, pega um trem noturno para Veneza, isto sem causar uma ruga em seu vestido ou um cabelo fora do lugar. Dentro do trem vamos encontrar Cary Grant ou melhor Johnny Depp, um prestativo professor de matemática de Wisconsin.
Ela acaba seduzindo o professor para os seus interesses,e ai começam os problemas. Acho que Angelina sacou que o filme era uma piada e se diverte no papel esbanjando sexualidade e o encontro dos dois deveria ser espirituoso e engraçado, mas Depp, no entanto, interpreta seu professor de matemática sério e com um toque de tristeza.
No mais temos todos os clichês do gênero: o homem do mistério habitual que roubou milhões de um gangster, parceiro da mulher misteriosa - os policiais da Scotland Yard que a perseguem na intenção de capturá-lo - e o gangster e seus pistoleiros que também estão no rastro do ladrão.
Junte todos e tempere com perseguições sobre os telhados de Veneza, jantar em um trem, uma cena em um cassino, vestidos de grife e uma perseguição pelos canais com Jolie no controle de um barco –táxi.
Os papéis coadjuvantes são preenchidos por atores excelentes, e este é mais um sinal da pobreza do filme, pois nenhum consegue marcar. Você tem Paul Bettany e Timothy Dalton como policiais, Steven Berkoff como o gangster e Rufus Sewell como "o inglês".
O roteiro é de Christopher McQuarrie (vencedora do Oscar por " Os Suspeitos ") e Julian Fellowes (vencedora do Oscar por" Assassinato em Gosford Park "), juntamente com von Donnersmarck. É baseado em um filme francês escrito por Jerome Salle, que foi nomeado para um Cesar.
Para ver e esquecer.
Tive a impressão que Donnersmarck tentou fazer um filme nos moldes dos clássicos “Charada” de Stanley Donen e “Ladrão de Casaca” de Alfred Hitchcock, mas o que conseguiu foi um filme com belas paisagens, filmado em Paris e Veneza com uma trama absurda.
O filme começa com uma melhor misteriosa, Angelina Jolie, que lembra Audrey Hepburn ou Grace Kelly, em um café de Paris. Ela escapa dos policiais correndo para dentro do metro, pega um trem noturno para Veneza, isto sem causar uma ruga em seu vestido ou um cabelo fora do lugar. Dentro do trem vamos encontrar Cary Grant ou melhor Johnny Depp, um prestativo professor de matemática de Wisconsin.Ela acaba seduzindo o professor para os seus interesses,e ai começam os problemas. Acho que Angelina sacou que o filme era uma piada e se diverte no papel esbanjando sexualidade e o encontro dos dois deveria ser espirituoso e engraçado, mas Depp, no entanto, interpreta seu professor de matemática sério e com um toque de tristeza.
No mais temos todos os clichês do gênero: o homem do mistério habitual que roubou milhões de um gangster, parceiro da mulher misteriosa - os policiais da Scotland Yard que a perseguem na intenção de capturá-lo - e o gangster e seus pistoleiros que também estão no rastro do ladrão.
Junte todos e tempere com perseguições sobre os telhados de Veneza, jantar em um trem, uma cena em um cassino, vestidos de grife e uma perseguição pelos canais com Jolie no controle de um barco –táxi.
Os papéis coadjuvantes são preenchidos por atores excelentes, e este é mais um sinal da pobreza do filme, pois nenhum consegue marcar. Você tem Paul Bettany e Timothy Dalton como policiais, Steven Berkoff como o gangster e Rufus Sewell como "o inglês".
O roteiro é de Christopher McQuarrie (vencedora do Oscar por " Os Suspeitos ") e Julian Fellowes (vencedora do Oscar por" Assassinato em Gosford Park "), juntamente com von Donnersmarck. É baseado em um filme francês escrito por Jerome Salle, que foi nomeado para um Cesar.
Para ver e esquecer.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Morre o ator Pete Postlethwaite
Londres - O ator inglês de cinema e teatro Pete Postlethwaite, ganhador do Oscar em 1994 por seu papel em "Em Nome do Pai", morreu neste domingo (2) aos 64 anos após um longo tratamento contra o câncer, informou nesta segunda-feira um amigo seu, o jornalista Andrew Richardson.
Richardson assinalou que o intérprete, que continuou trabalhando durante os meses em que estava em tratamento, morreu em um hospital em Shropshire (centro-oeste da Inglaterra). A família do ator pediu à imprensa que respeite a privacidade neste momento.
Nascido em 1946 em Warrington, condado de Cheshire (noroeste inglês), Postlehwaite cursou interpretação na escola de teatro Bristol Old Vic (oeste). Começou sua carreira de ator no Everyman Theatre de Liverpool (noroeste), onde teve entre seus companheiros a atores respeitados como Bill Nighy, Jonathan Pryce e Julie Walters, atriz com a qual manteve uma relação na década dos 70.
Postlethwaite, condecorado com uma Ordem do Império Britânico em 2004, era membro veterano da prestigiosa Real Companhia de Shakespeare. Em sua carreira cinematográfica ganhou destaque por sua impecável e sutil interpretação, dando sempre grande humanidade aos personagens.
O diretor de cinema de Hollywood Steven Spielberg o descreveu como "o melhor ator do mundo" após trabalhar com ele em "O Mundo Perdido: Parque Jurássico" e "Amizade".
Recentemente, atuou em "A origem" (2010), de Christopher Nolan e seu ultimo filme foi "Atração Perigosa". Outros de seus trabalhos incluem "Os suspeitos" (1995), "O mundo perdido - Jurassic Park" (1997) e "Amistad" (1997), os dois últimos dirigidos por Steven Spielberg.
Richardson assinalou que o intérprete, que continuou trabalhando durante os meses em que estava em tratamento, morreu em um hospital em Shropshire (centro-oeste da Inglaterra). A família do ator pediu à imprensa que respeite a privacidade neste momento.
Nascido em 1946 em Warrington, condado de Cheshire (noroeste inglês), Postlehwaite cursou interpretação na escola de teatro Bristol Old Vic (oeste). Começou sua carreira de ator no Everyman Theatre de Liverpool (noroeste), onde teve entre seus companheiros a atores respeitados como Bill Nighy, Jonathan Pryce e Julie Walters, atriz com a qual manteve uma relação na década dos 70.
Postlethwaite, condecorado com uma Ordem do Império Britânico em 2004, era membro veterano da prestigiosa Real Companhia de Shakespeare. Em sua carreira cinematográfica ganhou destaque por sua impecável e sutil interpretação, dando sempre grande humanidade aos personagens.
O diretor de cinema de Hollywood Steven Spielberg o descreveu como "o melhor ator do mundo" após trabalhar com ele em "O Mundo Perdido: Parque Jurássico" e "Amizade".
Recentemente, atuou em "A origem" (2010), de Christopher Nolan e seu ultimo filme foi "Atração Perigosa". Outros de seus trabalhos incluem "Os suspeitos" (1995), "O mundo perdido - Jurassic Park" (1997) e "Amistad" (1997), os dois últimos dirigidos por Steven Spielberg.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Cisne Negro deve concorrer ao Oscar
Em Black Swan ("cisne negro", em inglês), Natalie Portman vive Nina, uma bailarina totalmente devota à dança. Ela é a preferida do diretor Thomas Leroy (Cassel) para o papel de primeira bailarina no balé Lago dos Cisnes, mas com a chegada de uma nova dançarina, Lily (Mila Kunis), Nina deixa de ser o centro das atenções. Além da rivalidade com Lily, ela começa a passar por situações misteriosas.
Com a direção de Darren Aronofsky, traz ainda no elenco Barbara Hershey e Winona Ryder .O filme definido como um suspense sobrenatural, ja estreiou em 1º de dezembro nos Estados Unidos e deve pintar por aqui em fevereiro. Possivelmente sera um dos indicados ao Oscar assim como foi indicado para o Globo de Ouro onde concorre aos premios de Melhor Diretor, Atriz, Atriz Coadjuvante e Melhor Filme.
Com a direção de Darren Aronofsky, traz ainda no elenco Barbara Hershey e Winona Ryder .O filme definido como um suspense sobrenatural, ja estreiou em 1º de dezembro nos Estados Unidos e deve pintar por aqui em fevereiro. Possivelmente sera um dos indicados ao Oscar assim como foi indicado para o Globo de Ouro onde concorre aos premios de Melhor Diretor, Atriz, Atriz Coadjuvante e Melhor Filme.
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